Agrupamento de Escolas de Alcochete

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Jardim de Infancia e 1º ciclo
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Jardim de infancia e 1ºciclo
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1ºciclo
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História - ESA

Escola Secundária de Alcochete
História

A Escola Secundária de Alcochete foi durante anos uma aspiração que se transformou em necessidade premente, dada a incapacidade da Escola E.B. 2/3 El-Rei D. Manuel I para comportar o elevado número de alunos que a frequentava, desde o 5.º ao 12.º anos. 


Informação

Assim, numa parceria entre o Ministério da Educação e a Câmara Municipal de Alcochete, que cedeu o terreno para a construção, surgiu o projecto da Escola Secundária com autoria do arquitecto João Pancadas Correia, apresentado em sessão de Câmara no mês de Março de 2002 e que viria a tornar-se realidade num edifício harmonioso, perfeitamente enquadrado no contexto habitacional, constituindo um espaço de feição original, aprazível e atractivo no seu todo. 

Trata-se de uma infra-estrutura que ocupa cerca de 17 mil metros quadrados, composta por um edifício de dois pisos, contemplando ainda uma área exterior com mais de 11 mil metros quadrados e com capacidade para acolher 800 alunos. 

Ultrapassadas que foram as naturais vicissitudes da fase de arranque, nomeadamente ao nível do órgão de gestão (Comissão Instaladora), a Escola foi finalmente oficializada pela Portaria 1323-A/2004 de 18 de Outubro, com a designação de Escola Secundária Pluricurricular de Alcochete (posteriormente alterada para Escola Secundária de Alcochete pela Portaria 194/2005 de 18 de Fevereiro) e de imediato se abriram as suas portas à população escolar. 

Os equipamentos indispensáveis ao seu funcionamento só mais tarde foram atribuídos mas, gradualmente, a escola foi adquirindo as condições essenciais para servir a sua população, relegando-se para uma fase posterior o investimento na decoração do espaço. 

Em Maio de 2006, a fim de conferir plenamente à escola o seu estatuto de organização educativa, foi formada e eleita a Assembleia de Escola, procedeu-se à eleição do Conselho Executivo e o ano de 2006/2007 inici0u-se com os seus órgãos de gestão constituídos. 

Se nos dois primeiros anos se deu primazia ao espaço da Escola e suas instalações, a atenção passou agora a centrar-se fundamentalmente nos aspectos pedagógicos e administrativos, se bem que nunca se tenham descurado. E, assim, tal como determina o Dec.-lei 115-A/98, foi elaborado o Regulamento Interno, a Assembleia de Escola determinou as linhas orientadoras da escola e o Projecto Educativo está em fase de construção segundo essas orientações. O Conselho Pedagógico, os Conselhos de Grupo e os Departamentos cumprem as suas funções pedagógicas e todos (órgãos de gestão, estruturas intermédias, professores, alunos, pessoal administrativo e auxiliar, pais e encarregados de educação) contribuem para a consolidação desta organização educativa, onde se ensina mas também se aprende, num clima que se pretende umanizado, dialogante e participativo, em harmonia crescente. 

A oferta curricular procura ir ao encontro de alguma inovação relativamente à rede de escolas dos concelhos limítrofes e centra-se nos seguintes cursos: Tecnológico de Desporto, Ciências Sociais e Humanas, Científico-Tecnológico, Ciências Sócioeconómicas, Tecnológico de Administração, Profissional de Informática de Gestão e ainda os cursos do Ensino Recorrente Nocturno – Tecnológico de Administração, Ciências e Tecnologias e Ciências Sociais e Humanas. 

A preocupação em adequar a oferta curricular às aspirações identificadas levou à abertura do Curso Tecnológico de Desporto, numa aposta que foi ganha pois abarca um significativo número de alunos provenientes de fora do concelho de Alcochete. 

Por seu turno, também o Curso Profissional de Informática de Gestão foi criado com o objectivo de dar resposta a alunos cujo percurso escolar exigia uma saída para a vida activa mais rapidamente. 

Assim, além desta característica de uma parte do corpo discente da ESA, poderemos referir que, apesar da proximidade de Lisboa e a realização de um número crescente de eventos culturais no concelho e arredores, a maioria dos alunos vive isolada em termos culturais pois ainda não desenvolveu hábitos de participação alargada a esse nível. A Escola é, efectivamente, para a maioria, o único espaço onde contactam com esse tipo de iniciativas. 

Se é evidente uma grande identificação cultural dos alunos com o meio, em simultâneo com alguma motivação para o seu envolvimento em actividades com ele relacionadas, não poderá deixar de ter-se em conta a importância de os alunos não se restringirem a uma cultura local e alargarem os seus horizontes culturais, na perspectiva de uma formação mais abrangente, nacional e universal, mantendo sempre viva a sua cultura de participação. 

Por outro lado, também o recurso às novas tecnologias ainda não é de acesso fácil para a totalidade dos alunos da ESA, pois muitos apenas encontram essa possibilidade na escola, quer seja ao nível dos curricula ou no centro de recursos educativos.  

 

Assim, se a razão primeira para a construção da Escola Secundária de Alcochete foi a sobrelotação da única escola então existente, importa reconhecer também que ela veio colmatar outras necessidades há muito sentidas por alunos, professores e encarregados de educação, na medida em que a sua estrutura e a sua dinâmica vão, efectivamente, ao encontro das exigências pedagógicas e específicas do ensino secundário e das aspirações formativas dos seus destinatários. Foi também por essa razão que os órgãos directivos da Escola se empenharam em estabelecer acordos ou parcerias de colaboração com diversas entidades, de que destacamos os que foram celebrados com a Universidade Lusófona e a Universidade Nova, com a Academia do Sporting Clube de Portugal, com a “Europdirect”, com o ginásio “Evolution Wellness & Fitness”, com o ginásio Valbom e a Fundação João Gonçalves Júnior, além dos protocolos estabelecidos entre a Escola e os órgãos autárquicos do concelho.